quarta-feira, 29 de julho de 2009

APARIÇÃO

Se você gosta de filmes de terrror Vai gostar desse video. Mas aviso que são fatos reais e não me responsabilizo por sua integridade mental após assisti-lo

video

sábado, 25 de julho de 2009

CRISTIANO
Então
Daí eu tinha esse amigo, sabe?
Conhecíamos-nos desde a infância. Desde que eu vim de Vassouras, uma cidade histórica no Vale do Café, no interior do Rio de janeiro.
Éramos tão jovens e inconseqüentes.
Naquela época achávamos que viveríamos para sempre, sabe como é?
Fizemos muita coisa juntos. Saímos, namoramos (ele com as namoradas dele e eu com as minhas, não confunda), andamos de bicicleta, nadamos no rio.
Uma das coisas mais legais que fazíamos (não foram tantas vezes mas valeram a pena) era sair por aí de bicicleta. Pedalávamos quase o dia inteiro pela Zona Rural de Paracambi. Era muito divertido. Eu, esse amigo e o Fernando um terceiro e grande amigo também. Pena eu ter cagado o pau com esse também.
Aliás, parece a história da minha vida: vacilar feio com as pessoas que amo.
Mas então, não é de mim que isso se trata. Trata-se de amizade e seu devido valor.
Esse amigo, com o tempo, acabou se afastando. A despeito de termos crescido juntos, servido ao exército juntos (protegendo a pátria mãe dos perigos estrangeiros) e até termos trabalhado juntos em uma oficina, um belo dia, por motivos bobos, deixamos de nos falar.
Com o Tempo, isso parou de ter importância, ainda me sentia seu amigo, mas o orgulho ou mesmo a falta de tempo, nos manteve afastados.
Aí veio o destino sacaneando com a vida da gente, com a desculpa de ter as melhores intenções.
Esse amigo, que já era casado e andava bebendo um pouco demais ultimamente, segundo soube por terceiros à época, se desentendeu com sua esposa e num momento de fuga resolveu ir para a praia, numa cidade afastada de onde estava.
A despeito dos pedidos de seu patrão ele pegou a moto emprestada e seguiu em direção à Mangaratiba, uma cidade litorânea as margens da Baía de Sepetiba, com a intenção de esfriar a cabeça.
Infelizmente ele não teve a oportunidade de refrescar o corpo nem descansar a mente nas águas e areias da Praia do Saco, pois numa das curvas perigosas sua moto se chocou com a traseira de um ônibus, fazendo com que meu amigo se espatifasse contra sua traseira.
Não ele não morreu. Ficou mal pra caramba. Entrou e coma e tudo, é mole?
Não foi fácil. Sua mãe, coitada, quase pirou. E olha que era mãe de criação!
Não me esqueço dela jamais. Como ela amou esse filho. Cuidou dele toda a vida como se seu o fosse. Bom, na verdade era, né? Afinal, mãe é aquela que cria.
Numa revirada do destino (eu não disse que ele sacaneia depois dá desculpa que tinha boas intenções?), quando eu soube do acidente, acabei procurando por ele.
Ele estava no Hospital quando eu soube do ocorrido, teriam me dito até que ele tinha morrido. Mas não. Ele estava em coma. Mas acabou se recuperando e, quando eu fui visitá-lo e ele até se lembrou de mim.
O acidente deixou seqüelas. Quando ele voltou do hospital, tinha lapsos de memória, achava que estava ainda no Exército e que havia seguido carreira. Esquecia-se das pessoas, inventava coisas nas quais ele acreditava piamente.
Resumo da ópera: Ele deu uma pirada na batatinha, mas no fim das contas acabou contornando tudo. Tomou seus remédios, recuperou parte das faculdades mentais. Voltou até mesmo a trabalhar. Eu não estava lá, mas deve ter sido depois de alguém convence-lo que ele não era militar.
Continuamos mantendo contato eu fui a casa dele umas vezes, mas na maioria das vezes eu o encontrava no bar em frente a minha casa.
Ele estava sempre lá tomando refrigerante.
Por algumas vezes eu parei ali e conversávamos sobre várias coisas. Na verdade ele ditava o ritmo. Contava umas verdades. Mesclava algumas fantasias e, assim íamos tocando o papo.
Eu acabei me afastando um pouco dele. Não estava suportando ver meu amigo, que era um cara esperto e inteligente, divagando daquela forma.
Foi então que soube que ele voltara a beber. Me senti mal com isso. Eu queria ajudar, mas que porra eu sei dessa vida, fala?
A última vez que o vi, ele estava no bar, no mesmo canto em que sempre ficava no balcão. Eu entrei, olhei na sua direção.
Ele estava tão bêbado que fingi não tê-lo visto. Eu me arrependo muito disso, pois foi a última vez. Podia te-lo cumprimentado. Ter dito o quanto eu o considerava. Podíamos ter lembrado a infância com mais um copo de cerveja.
Foda-se se estava bêbado! E daí? Mesmo que ele não se lembrasse da metade das histórias, o que conta é a amizade.
Mas não. Não fiz isso. Eu comprei meus cigarros e fui pra minha casa, sentindo um aperto no peito por ter sido tão mesquinho e egoísta.
Agora ele está morto.
Soube da boca de terceiros, ninguém me avisou. Quem se lembraria do amigo que não o procurava a tempos? Eu sequer deixei o numero do telefone.
Estive com a mãe dele semanas antes dele morrer. Ela me contou que ele estava com problemas no coração e que precisava tomar remédios. Reclamou que era difícil de manter ele na linha.
Não esqueço aqueles olhinhos miúdos e aquela atitude bem de mãe mesmo. Como se ele jamais fosse crescer e ser homem. Havia certa dor em seus olhos. Algo bem Virgem Maria vendo Jesus na cruz.
Agora ele está morto.
Soube da morte dele dias depois, quando já havia sido sepultado. Mas sabe o que me dói? Eu tê-lo sepultado antes mesmo de sua morte. Antes que seu coração doente e cansado de sofrer parasse de bater. Antes que o coração de sua mãe ficasse murcho de dor. Eu o sepultei em vida.
Espero ter aprendido a lição.
Não me restam mais muitos amigos. Na verdade, nem sei se ainda tenho algum. Mas mesmo assim, espero não ferrar mais as coisas com os amigos que restaram e com os que ainda virão.
Espero também que, se alguém tiver paciência de ler tudo isso, saiba ou aprenda a valorizar uma amizade verdadeira. Eu tenho a ligeira impressão que não aprendi.
Preguinho, Negão, Azul, Cristiano. Assim o chamávamos. Ele foi amado e respeitado. Foi filho, foi pai, foi amigo.
Adeus meu irmão. Espero que o pós-vida seja mais justo contigo do que eu fui.
Descanse em Paz.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Opinião Pública

Novo presidente do Conselho de Ética do Senado diz que opinião pública é voluvel.
http://noticias.uol.com.br/politica/2009/07/16/ult5773u1747.jhtm


Eu também não ligo para a Opinião Pública.
Ora Bolas! A Opinião Pública nunca se importou para a minha Opinião pessoal!

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Joãão me ligaa

Cara, nada mais tosco do que toque de celular personalizado
Sacaram aquela de uma operadora de telefonia celular?
Vc manda uma mensagem de texto com seu nome e a operadora cria um toque
pra vc.

Daí fica assim: "Joãão te ligaam, joãão atendee"

Legal né?

Imagine um sujeito chamado Astralozébio. Esse toque vai ficar uma gracinha

Quanta tosqueira tem no mundo...

Neguim acredita em cada Coisa!!

Observe o que A J Silva diz. tudo invenção mas inventam montes de teorias:

A J Silva diz:
droga nova?
little angel diz:
kkkkkkkkkkkkkk
A J Silva diz:
tá fumando o q?
little angel diz:
o andré que sabe
andre diz:
é fumo de rolo com opio e enxofre
A J Silva diz:
ihhhhhh
little angel diz:
credo
A J Silva diz:
ja fumei enxofre com marijuana
A J Silva diz:
muito loko
A J Silva diz:
vi umas paradas muito doidas
A J Silva diz:
pareciam espíritos alienígenas
little angel diz:
viu duende?
A J Silva diz:
naum
A J Silva diz:
uns caras grandes
A J Silva diz:
claros
andre diz:
o q vc viu era real
A J Silva diz:
luminosos
little angel diz:
anjos?
andre diz:
as drogas abre seus chakras
A J Silva diz:
eles diziam que o tempo havia chegado
andre diz:
assim podendo ver tudo q esta em outro plano
A J Silva diz:
bateu mó medo
A J Silva diz:
imaginei isso
little angel diz:
sَ falaram isso?
A J Silva diz:
eu tava diodão
A J Silva diz:
não lembro tudo
A J Silva diz:
falavam que eu tinha que ir pra um lugar
A J Silva diz:
tipo um bunker no norte
A J Silva diz:
perto do Acre
little angel diz:
hummmm
andre diz:
kkkkkkkkk
A J Silva diz:
e que eles se reuniriam comigo la pq tinham uma missão pra cumprir antes
andre diz:
deve ser por causa do nibiru
A J Silva diz:
sei lá viu
A J Silva diz:
sei que nunk mais quiz saber defumar enxofre
little angel diz:
pesado o negَcio
A J Silva diz:
poisé
A J Silva diz:
mesmo depois eu fiquei sonhando com eles
little angel diz:
hmmm
A J Silva diz:
fico imaginando se são amigos mesmo ou se é uma trama pra sacanear com a gente
little angel diz:
sacanear como?
A J Silva diz:
sei la
A J Silva diz:
de repente els tão fingindo de amigos
little angel diz:
pode ser
A J Silva diz:
podem ser os causadores
A J Silva diz:
ou podem estar tirando proveito
A J Silva diz:
nos tiram daqui e nos mandam pra dentro do Sol
A J Silva diz:
Matam todos e herdam a Terra
little angel diz:
é e nao tem nada que podemos fazer
A J Silva diz:
poise
A J Silva diz:
somos peoes nesse jogo
little angel diz:
é
A J Silva diz:
se eu tivesse grana
A J Silva diz:
faria meu próprio Buncker
A J Silva diz:
montaria um pequeno exercito
little angel diz:
pra que?
andre diz:
eu preferia morre
andre diz:
vai vira uma bagunça memo
andre diz:
eu vo morre um dia igual
A J Silva diz:
pra lutar
andre diz:
ja vo embora
andre diz:
contra natureza
andre diz:
impossivel
A J Silva diz:
não entregaria meu planeta assim de mão beijada
A J Silva diz:
não
A J Silva diz:
Nibiru não vai destruir tudo
A J Silva diz:
só vaimudar as coisas
A J Silva diz:
um buncker bem construido sobreviveria à catastrofe
A J Silva diz:
e quando os cinzentos chegassem eu mandaria o máximo deles possível pra Nibiru
little angel diz:
lutar sendo a minoria
little angel diz:
nao adianta nada
A J Silva diz:
os Vietgongs eram minoria no Vietnã
A J Silva diz:
eles nao nos conhecem, não sobrevivem muito bem a nossa gravidade
little angel diz:
é verdade
A J Silva diz:
pode até ser que não vencêssemos, mas eles jamais esqueceriam o quanto foi duro e sangrento derrotar esse povinho aqui
andre diz:
ninguem mora no nibiru esperto
andre diz:
eh um planeta sem sol
andre diz:

A J Silva diz:
prego
A J Silva diz:
tá falando de q?
andre diz:
alias uma anã marrom
A J Silva diz:
André
andre diz:
de nibiru
A J Silva diz:
naum fala merda
A J Silva diz:
Nibiru tem o mesmo Sol que nós
andre diz:
serio?
A J Silva diz:
ele tem uma órbita elíptica alongada
andre diz:
ah ele eh o decimo praneta
A J Silva diz:
poisé
A J Silva diz:
mas que diferença isso faz?
andre diz:
depois de putao
andre diz:
baixo aquela palestra sobrevivencia nibiru?
A J Silva diz:
naum?
A J Silva diz:
nem sabia dela
andre diz:
da medo
A J Silva diz:
mas eu to cadastrado numa loteria pra 20 1 2
andre diz:
eu estive nesta palestra
andre diz:
la de bh
andre diz:
vc é de onde
A J Silva diz:
sério
A J Silva diz:
RJ
andre diz:
sim
A J Silva diz:
naum manjo de nibiru
little angel diz:
tu tem orkut?
andre diz:
e a maior ameaça de agora
A J Silva diz:
sei muito pouco e na verdade nem acredito muito
andre diz:
-medo
A J Silva diz:
tenho
andre diz:
e se o mar invadi onde vc ta
andre diz:
ta fu
andre diz:
vai fica debaixo d'agua
A J Silva diz:
paredes impermeáveis
A J Silva diz:
sistema de provisão e reciclagem de oxigênio
andre diz:
uia
little angel diz:
hummm
andre diz:
isso eh tecnilogia da nasa
A J Silva diz:
Será que esta josta tá vindo mesmo?
little angel diz:
tل nada
A J Silva diz:
po
A J Silva diz:
eu naum acredito muito
A J Silva diz:
mas meus sonhos são phoas
little angel diz:
passa seu orkut
A J Silva diz:
tá fechado
A J Silva diz:
procura por Aldemar J
A J Silva diz:
só tem eu
little angel diz:
ok
little angel diz:
silva